Preço · Comercial

Quanto custa a limpeza de condomínio — preço por posto, por prédio e por unidade

A faixa de referência do posto de limpeza (R$ 4.500 a R$ 6.900 por mês), como dimensionar o número de profissionais pelas áreas comuns, quanto isso pesa na taxa de cada unidade, a conta do funcionário próprio contra a terceirizada e o que fica fora do preço.

Por Equipe editorial Limpeza Hub Revisão técnica: operadores parceiros de limpeza de condomínio Publicado em Atualizado em 16 min de leitura

A resposta em uma frase

A limpeza de condomínio custa entre R$ 4.500 e R$ 6.900 por posto de 44 horas semanais nas capitais atendidas; um prédio de 60 unidades costuma precisar de dois postos, o que dá entre R$ 150 e R$ 230 por unidade ao mês, e o número de postos sai das áreas comuns — hall, andares, garagem e lazer —, não do número de apartamentos.

O essencial em cinco pontos

  • O preço é cobrado por posto (uma pessoa em jornada definida); prédio pequeno pode usar jornada de 30 horas, de R$ 3.300 a R$ 5.000.
  • Quem define o tamanho da equipe é a área comum: garagem grande e área de lazer pesam mais do que o número de andares.
  • Dividido por unidade, o custo cai com o porte do prédio, mas condomínio-clube volta a subir por causa do lazer.
  • Funcionário próprio parece mais barato no papel; a diferença diminui quando entram cobertura de férias, faltas e rescisão.
  • Material de consumo, reservatório, fachada e vidros em altura ficam fora do preço do posto e precisam de linha própria no orçamento do condomínio.

A seguir: a tabela de referência, a conta de dimensionamento, o rateio por unidade e o roteiro para o síndico comparar propostas.

Neste artigo
  1. Preço de referência
  2. Quantos profissionais
  3. Custo por unidade
  4. Próprio ou terceirizada
  5. O que muda o preço
  6. O que fica fora
  7. Como comparar propostas
  8. Nas capitais
  9. Serviços relacionados
  10. Como pagar o preço justo
  11. Termos usados neste artigo
  12. Fontes consultadas
  13. Perguntas frequentes

No orçamento anual do condomínio, a limpeza costuma ser a segunda maior despesa, atrás só da portaria. Mesmo assim, poucos síndicos sabem dizer de onde saiu o número: a proposta chega em reais por posto, a assembleia pergunta quanto isso pesa na taxa e ninguém tem a conta pronta.

Este artigo faz as três contas. Quanto custa a limpeza de condomínio terceirizada por posto, quantas pessoas o prédio precisa pelas áreas comuns e quanto isso representa por unidade — com a comparação honesta contra o funcionário contratado direto pelo condomínio.

Preço de referência da limpeza de condomínio

Posto de 44 horas semanais em condomínio custa de R$ 4.500 a R$ 6.900 por mês nas capitais atendidas. Jornada de 30 horas fica entre R$ 3.300 e R$ 5.000, e o encarregado entra como posto próprio só em condomínio grande.

Faixa de preço mensal por tipo de posto em condomínio (capitais, 2026)
PostoJornadaFaixa por mêsQuando usar
Auxiliar de limpeza44 h semanaisR$ 4.500 – 6.900o posto padrão de prédio médio e grande
Auxiliar de limpeza30 h semanaisR$ 3.300 – 5.000prédio pequeno ou reforço em horário de pico
Encarregado ou líder44 h semanaisR$ 6.150 – 9.400condomínio com 6 a 8 postos ou mais
Domingo e feriadoescala extra+30% a 50% sobre a horaquando a convenção do prédio exige limpeza nesses dias
Material de consumomensallinha à partesaco de lixo, produto, papel e reposição

Referência de mercado compilada pela Limpeza Hub, com margem de cerca de 20%. Piso salarial e benefícios mudam pela convenção coletiva de cada estado.

R$ 4.500 a R$ 6.900faixa do posto de 44 h
R$ 150 a R$ 230por unidade em prédio de 60 apartamentos
2 postoso mais comum em prédio de uma torre com garagem
± 20%margem de erro da faixa

A faixa é a mesma da terceirização em escritório porque a base é a mesma: salário da convenção, encargos, benefícios e gestão. O que muda no condomínio é o escopo, espalhado por áreas com frequências diferentes, e a forma de pagar, que sai da taxa de cada unidade. Para a visão geral da contratação comercial, vale o guia de limpeza comercial e terceirizada.

Quantos profissionais de limpeza o condomínio precisa

Some a área de cada espaço comum, divida pela produtividade de referência e ajuste pela frequência: hall e andares são diários, garagem costuma ser varrida em dias alternados, lazer depende do uso. Um prédio de uma torre, 15 andares e dois subsolos de garagem fica perto de 1,6 posto — na prática, dois.

  1. Liste as áreas comuns. Hall social e portaria, halls de andar, escadas, elevadores, garagem e rampas, salão de festas, academia, piscina, brinquedoteca e casa de lixo.
  2. Meça cada uma. A planta do condomínio ou o memorial descritivo traz a área; garagem e lazer são os números que mais pesam.
  3. Defina a frequência. Hall, andares e elevadores todo dia; garagem em dias alternados e lavagem mensal; lazer depois de cada uso reservado.
  4. Divida pela produtividade. Hall e circulação rendem de 1.000 a 1.500 m² por pessoa por dia; garagem, de 1.500 a 2.000 m² na varrição.
  5. Arredonde com critério. 1,6 posto vira dois postos de 44 horas ou um de 44 horas mais um de 30 horas, conforme o horário de maior uso.
Exemplo ilustrativo: prédio de 1 torre, 15 andares, 60 unidades e 2 subsolos de garagem
ÁreaTamanhoFrequênciaFração de posto
Hall social e portaria150 m²diária0,15
Halls de andar (15 × 30 m²)450 m²diária0,45
Garagem e rampas1.600 m²varrição 3 vezes por semana0,40
Salão, academia e brinquedoteca300 m²diária e pós-evento0,30
Escadas, elevadores e casa de lixo15 andaresdiária e semanal0,30
Total——cerca de 1,6 posto

Produtividade aproximada, baseada na IN SEGES/MP 5/2017 (Anexo VI-B) e ajustada à rotina de condomínio. A conta real sai da visita técnica da empresa parceira.

Profissional de limpeza passando pano no corrimão da escada de emergência de um prédio residencial
Escadas não entram bem na conta por metro quadrado: o tempo é medido por andar, e prédio alto pede escala semanal só para elas.

O erro mais comum é dimensionar pelo número de apartamentos. Dois prédios de 60 unidades podem precisar de equipes diferentes: um com garagem descoberta e sem lazer resolve com um posto e meio; outro com três subsolos, piscina e salão de festas disputado pede dois postos e reforço no fim de semana.

Quanto a limpeza pesa na taxa de cada unidade

Divida o custo mensal dos postos pelo número de unidades. Em prédio pequeno, o valor por unidade é alto porque uma pessoa atende poucos apartamentos; em prédio médio e grande, cai para R$ 125 a R$ 230; em condomínio-clube, o lazer segura o valor nessa faixa mesmo com centenas de unidades.

Custo ilustrativo da limpeza por unidade, sem material de consumo (faixa de referência por posto)
Perfil do condomínioEquipeCusto mensalPor unidade
1 torre, 16 unidades, sem lazer1 posto de 30 hR$ 3.300 – 5.000R$ 205 – 315
1 torre, 60 unidades, 2 subsolos2 postos de 44 hR$ 9.000 – 13.800R$ 150 – 230
3 torres, 180 unidades, lazer básico5 postos de 44 hR$ 22.500 – 34.500R$ 125 – 190
Condomínio-clube, 6 torres, 480 unidades12 postos + 1 encarregadoR$ 60.150 – 92.200R$ 125 – 190

Valores calculados com o piso e o teto de cada faixa (R$ 3.300 a R$ 5.000 para 30 h, R$ 4.500 a R$ 6.900 para 44 h e R$ 6.150 a R$ 9.400 para encarregado). O rateio real segue a fração ideal de cada unidade, salvo regra diferente na convenção do condomínio.

O valor por unidade é uma divisão por igual. Pelo Código Civil (art. 1.336, I), cada condômino contribui para as despesas na proporção da sua fração ideal, a não ser que a convenção diga outra coisa — então cobertura e apartamento de dois quartos pagam valores diferentes pela mesma limpeza.

Essa conta é a que funciona em assembleia. Dizer que a limpeza custa de R$ 9.000 a R$ 13.800 assusta; mostrar que são de R$ 150 a R$ 230 por unidade, com hall, andares, garagem e lazer limpos todos os dias, coloca a discussão no lugar certo: o padrão que o prédio quer pagar.

Funcionário próprio ou terceirizada: a conta do custo

Com salário hipotético de R$ 1.900, o faxineiro contratado pelo condomínio custa perto de R$ 4.200 por mês com encargos, benefícios e cobertura de férias; o posto terceirizado fica entre R$ 4.500 e R$ 6.900. A diferença, que começa em algumas centenas de reais, paga a reposição de faltas, a supervisão e a transferência da gestão trabalhista.

Comparação ilustrativa de custo mensal: funcionário próprio × posto terceirizado (salário hipotético de R$ 1.900)
LinhaFuncionário próprioPosto terceirizado
Salário e encargos (cerca de 75%)R$ 3.325incluso no posto
Vale-transporte e alimentaçãoR$ 610incluso no posto
Uniforme e EPIR$ 40incluso no posto
Cobertura de férias e faltasR$ 250 (folguista ou diarista)incluso no posto
Supervisão e troca de profissionaltempo do síndico e da administradoraincluso no posto
Total mensalcerca de R$ 4.225R$ 4.500 – 6.900

Exemplo para mostrar a lógica. Piso, benefícios e encargos variam pela convenção coletiva de cada estado; condomínio não é empresa e não usa o regime do Simples Nacional.

O que a tabela não mostra é o custo que aparece de uma vez: aviso prévio e multa do FGTS quando o funcionário sai, reclamação trabalhista anos depois e o mês em que ninguém cobre as férias. No modelo próprio, tudo isso é do condomínio; no terceirizado, é da empresa contratada — com a ressalva de que o condomínio responde de forma subsidiária se ela não pagar.

Terceirizar também tem obrigação

Na cessão de mão de obra, o condomínio retém 11% de INSS sobre a nota (Lei 8.212/1991, art. 31) e deve conferir todo mês os comprovantes de salário, FGTS e INSS dos profissionais do posto. Sem essa conferência, a economia de gestão vira risco.

Para a decisão completa entre os dois modelos, com a simulação lado a lado e os custos que não aparecem na folha, veja a comparação entre equipe CLT e terceirizada. O ponto aqui é só o preço: na maior parte dos prédios, a diferença mensal é pequena perto do que ela compra.

O que faz o preço da limpeza do condomínio subir ou descer

Oito fatores explicam quase toda a diferença entre propostas para o mesmo prédio: tamanho da garagem, área de lazer, número de torres, escala de domingo e feriado, casa de lixo e coleta seletiva, padrão do acabamento, convenção coletiva do estado e o material de consumo incluso ou não.

Garagem e rampas

Subsolo grande com piso de concreto acumula pó de pneu e óleo; lavagem mensal entra na escala e no tempo.

Área de lazer

Salão de festas, academia, piscina e brinquedoteca pedem limpeza diária e repasse depois de cada evento.

Torres e andares

Cada torre a mais repete hall, elevadores e escadas; prédio alto pede escala semanal só para a escadaria.

Domingo e feriado

Quando o regulamento exige limpeza nesses dias, a escala extra tem adicional sobre a hora.

Lixo e coleta seletiva

Retirada diária dos andares, separação por material e higienização da casa de lixo ocupam parte fixa da jornada.

Padrão do acabamento

Piso de pedra natural, espelho e inox no hall exigem produto específico e repasse mais frequente.

Convenção coletiva

Piso salarial e vale-alimentação mudam de um estado para outro e movem o posto dentro da faixa.

Material de consumo

Proposta com material incluso parece mais cara; a sem material transfere a compra para o condomínio.

Garagem e lazer são os dois fatores que mais mudam o número de postos. Um prédio com garagem descoberta e sem salão de festas fica no piso da conta; um condomínio com três subsolos e área de lazer completa precisa de reforço, mesmo com o mesmo número de apartamentos. Antes de pedir proposta, descreva essas áreas no pedido de orçamento de limpeza de condomínio — é o que permite à empresa parceira acertar o dimensionamento na primeira visita.

O que fica fora do preço do posto

O posto cobre a rotina das áreas comuns. Limpeza de reservatório, fachada, vidros acima da altura de escada, dedetização e material de consumo são contratados à parte, com orçamento e calendário próprios — e precisam estar previstos no orçamento anual do condomínio.

Serviços que o condomínio contrata fora do posto de limpeza (referência de mercado)
ServiçoFaixa de referênciaFrequência comum
Limpeza de reservatório predialR$ 1.700 a R$ 3.150 por reservatóriosemestral ou conforme regra municipal
Limpeza de fachadaR$ 18 a R$ 30 por m²conforme deliberação em assembleia
Vidros em alturaR$ 14 a R$ 25 por m² de vidrotrimestral ou semestral
Material de consumoconforme área e usocompra mensal
Dedetização e controle de pragassob orçamentoconforme exigência municipal

Faixas das páginas de serviço da Limpeza Hub, com margem de cerca de 20%. Vidro e fachada acima de 2 metros seguem a NR-35, de trabalho em altura.

Esses serviços somados podem passar de um mês inteiro de limpeza por ano. Condomínio que não os prevê no orçamento acaba chamando assembleia extraordinária ou cortando a frequência do posto para pagar a fachada — e a limpeza do dia a dia é a primeira a sentir.

Como o síndico compara propostas de limpeza

Peça que todas as empresas respondam ao mesmo escopo, por área e frequência, com planilha de custos aberta, regra de reposição por escrito, material incluso ou não e a documentação mensal que vão entregar. Proposta que não segue o escopo não entra na comparação.

  1. Escopo único: envie a lista de áreas e frequências a todas as empresas, para que todas orcem a mesma coisa.
  2. Planilha de custos aberta: piso da convenção, encargos, benefícios, supervisão, margem e tributos, linha por linha.
  3. Material de consumo: incluso ou à parte, com a lista do que entra e a estimativa mensal.
  4. Reposição: em quanto tempo o posto é coberto em falta, férias ou afastamento.
  5. Escala especial: domingo, feriado e limpeza do salão depois de evento, com o valor de cada uma.
  6. Documentos mensais: folha, guias de FGTS e INSS e certidões, para o síndico conferir antes de pagar a nota.
  7. Reajuste e saída: data-base da convenção coletiva e prazo de aviso para encerrar o contrato.
Síndica e conselheiros comparando três propostas impressas de limpeza na mesa do salão de festas do condomínio
Com o mesmo escopo nas três propostas, a comparação vira linha contra linha — e a decisão chega pronta à assembleia.

Compete ao síndico: […] diligenciar a conservação e a guarda das partes comuns e zelar pela prestação dos serviços que interessem aos possuidores.

A limpeza das áreas comuns é exatamente esse tipo de serviço, e o orçamento das despesas é aprovado pela assembleia (art. 1.350 do mesmo código). Levar três propostas comparáveis, com a conta por unidade, protege o síndico na prestação de contas. Os critérios para avaliar a empresa além do preço estão no roteiro de como escolher a terceirizada.

Preço da limpeza de condomínio nas capitais atendidas

A faixa de R$ 4.500 a R$ 6.900 por posto vale para as seis capitais atendidas. O que mais muda entre elas é o piso e o vale-alimentação da convenção coletiva de cada estado, e o perfil dos condomínios: torres altas com garagem em subsolo pedem mais equipe do que prédios baixos.

Ao comparar o custo do seu prédio com o de um condomínio em outra capital, compare a fração de posto por área, não o valor da nota. A convenção coletiva pode mudar o preço do posto em algumas centenas de reais, mas é o dimensionamento que decide se o prédio paga dois postos ou três.

Serviços que o condomínio contrata além da rotina

Além do posto de limpeza, o condomínio costuma contratar a limpeza dos reservatórios, a lavagem da fachada, os vidros em altura e, quando há cisterna de reuso, a higienização dela — cada um com calendário próprio.

Montar um calendário anual com esses serviços, ao lado da rotina do posto, evita a surpresa no fim do ano e deixa claro para os condôminos o que a taxa de limpeza cobre e o que vem como despesa programada.

Como pagar o preço justo pela limpeza do condomínio

Dimensione pelas áreas comuns, não pelo número de apartamentos, converta o custo em valor por unidade para a assembleia e peça a planilha de custos aberta. A faixa de R$ 4.500 a R$ 6.900 por posto serve para achar a proposta fora da curva, não para escolher a mais barata.

Depois de contratar, faça a retenção de 11% de INSS, confira os comprovantes mensais e coloque reservatório, fachada e vidros no orçamento anual. É o que mantém a taxa previsível e as áreas comuns no padrão que os condôminos aprovaram.

Termos usados neste artigo

Posto de trabalho
Uma pessoa alocada no condomínio em jornada definida (por exemplo, 44 horas semanais), cobrada por mês.
Áreas comuns
Partes do condomínio de uso de todos os condôminos, como hall, escadas, elevadores, garagem e área de lazer.
Fração ideal
Parte de cada unidade no terreno e nas áreas comuns; é a base do rateio das despesas, salvo regra diferente na convenção.
Folguista
Profissional que cobre folgas, férias e faltas do titular do posto; na terceirização, essa cobertura já entra no preço.
Cessão de mão de obra
Colocação de trabalhadores à disposição do contratante, nas dependências dele, para serviço contínuo; obriga a retenção de 11% de INSS.

Os mesmos termos aparecem nas páginas de serviço e nos orçamentos da Limpeza Hub, para o artigo e a proposta falarem a mesma língua.

Fontes consultadas

  1. Lei 10.406/2002 — Código CivilArt. 1.336, I (rateio pela fração ideal), art. 1.348, V (dever do síndico com as partes comuns) e art. 1.350 (aprovação do orçamento em assembleia).
  2. Lei 6.019/1974 — Prestação de serviços a terceirosArt. 5º-A, § 5º: responsabilidade subsidiária do contratante pelas obrigações trabalhistas.
  3. Lei 8.212/1991 — Organização da Seguridade SocialArt. 31: retenção de 11% sobre a nota de cessão de mão de obra.
  4. Instrução Normativa SEGES/MP 5/2017Anexo VI-B: produtividade de referência por tipo de área, usada no dimensionamento.
  5. Referência de preço Limpeza HubFaixa de mercado por posto nas seis capitais atendidas, com margem de cerca de 20%.

As leis valem em todo o país; piso salarial e benefícios dependem da convenção coletiva de cada estado. O valor que vale para o seu condomínio é o da proposta por escrito da empresa que vai executar.

Escrito por

Equipe editorial Limpeza Hub

Conteúdo técnico sobre contratação de limpeza profissional

A equipe editorial escreve a partir das dúvidas que chegam nos pedidos de orçamento: quanto custa, o que entra, quanto tempo leva, o que pode dar errado. Cada regra é citada pela lei ou norma de origem, e cada preço vem da faixa praticada nas capitais atendidas.

Antes de publicar, o texto passa por operadores parceiros de limpeza de condomínio — quem executa o serviço no dia a dia confirma etapas, prazos e cuidados.

Revisão técnica

Operadores parceiros de limpeza de condomínio conferem processo e prazos.

Fonte citada

Lei, norma ou órgão público indicado pelo nome e pelo artigo.

Atualização

Preços e regras revistos quando o mercado ou a lei mudam.

Perguntas frequentes

Dúvidas sobre o preço da limpeza de condomínio.

Quanto custa um faxineiro terceirizado para condomínio?

Entre R$ 4.500 e R$ 6.900 por mês por posto de 44 horas semanais nas capitais atendidas. Jornada de 30 horas fica entre R$ 3.300 e R$ 5.000.

Quantos faxineiros um prédio de 60 apartamentos precisa?

Em geral, dois postos ou um posto e meio, conforme o tamanho da garagem e da área de lazer. O número sai da área comum, não da quantidade de unidades.

Quanto a limpeza representa na taxa condominial?

Em prédio médio, entre R$ 150 e R$ 230 por unidade ao mês, sem material de consumo. Em prédio pequeno, de R$ 205 a R$ 315; em condomínio grande, de R$ 125 a R$ 190.

É mais barato contratar o faxineiro direto pelo condomínio?

No papel, um pouco. Somando cobertura de férias e faltas, rescisão e o tempo de gestão, a diferença para o posto terceirizado começa em algumas centenas de reais por mês.

O material de limpeza está incluído no preço do posto?

Depende da proposta. É comum vir em linha separada; peça a lista do que entra e a estimativa mensal para comparar propostas pela mesma régua.

A limpeza da caixa d’água entra no contrato de limpeza do condomínio?

Não. Reservatório é serviço especializado, com certificado, contratado à parte, em geral duas vezes por ano ou conforme a regra do município.

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