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Quanto custa limpeza de ar central — preço por equipamento e por tipo de sistema

A faixa de referência por tipo de equipamento (cassete, evaporadora de VRF, fancoil e self-contained), o que entra no preço e o que é manutenção, quanto horário noturno, forro e bandeja com lodo somam, a conta de um andar corporativo inteiro e como a higienização se encaixa no PMOC.

Por Equipe editorial Limpeza Hub Revisão técnica: operadores parceiros de climatização e limpezas especializadas Publicado em Atualizado em 15 min de leitura

A resposta em uma frase

A higienização de ar central custa de R$ 630 a R$ 1.150 por equipamento nas capitais atendidas: uma evaporadora cassete ou de VRF fica perto do início da faixa, e fancoil e self-contained de grande porte ficam perto do teto — e o valor por equipamento cai quando o andar ou o prédio inteiro entra na mesma programação.

O essencial em quatro pontos

  • O preço é por equipamento, não por metro quadrado: um andar com dez cassetes custa perto de dez vezes um cassete, menos o desconto de volume.
  • Cassete e evaporadora de VRF ficam de R$ 480 a R$ 750; fancoil e self-contained, de R$ 700 a R$ 1.150, porque têm serpentina, bandeja e gabinete maiores.
  • Horário noturno, acesso por forro e bandeja com lodo são os acréscimos que mais sobem o orçamento e precisam vir escritos.
  • A limpeza de dutos e o PMOC são serviços próprios: entram no pedido, mas com preço separado.

A seguir, a tabela por tipo de equipamento, o que entra no preço, os acréscimos, a conta de um andar inteiro e o que exigir no orçamento.

Neste artigo
  1. Preço por equipamento
  2. O que está incluso
  3. O que sobe o valor
  4. Andar ou prédio inteiro
  5. Custo por ano
  6. PMOC e obrigação
  7. O que exigir
  8. Nas capitais
  9. Serviços relacionados
  10. Como pagar o preço justo
  11. Termos usados neste artigo
  12. Fontes consultadas
  13. Perguntas frequentes

Em prédio com ar central, ninguém vê a sujeira até ela aparecer como reclamação: cheiro de mofo na sala de reunião, gente espirrando no mesmo andar, grelha com mancha escura no forro. Quando o síndico ou o gestor pede preço, descobre que cada empresa conta de um jeito — por aparelho, por andar, por visita — e que os orçamentos raramente comparam a mesma coisa.

Este artigo abre a conta da higienização de ar central feita por empresa parceira: preço por tipo de equipamento, o que é limpeza e o que é manutenção, quanto o horário fora do expediente soma e como comparar propostas. Para ver como o ar central se encaixa entre água, ar, fachada e sinistro, o guia de limpezas especializadas organiza os serviços técnicos.

Tabela de preço por tipo de equipamento

A referência é de R$ 630 a R$ 1.150 por equipamento. Cassete e evaporadora interna de VRF ficam entre R$ 480 e R$ 750; evaporadora de duto embutida no forro, entre R$ 530 e R$ 810; fancoil, entre R$ 700 e R$ 1.050; e self-contained, entre R$ 750 e R$ 1.150. Equipamento maior que isso é orçado depois de vistoria.

Preço de referência da higienização de ar central por tipo de equipamento (capitais, 2026)
EquipamentoOnde costuma estarFaixa de preçoTempo por equipamento
Cassete 2 ou 4 viasforro de escritório, loja, consultórioR$ 480 – 7501 h 30 a 2 h 30
Evaporadora interna de VRF (cassete ou hi-wall)andares corporativos e hotéisR$ 480 – 7501 h 30 a 2 h 30
Evaporadora de duto embutida no forrosalas com grelhas de insuflamentoR$ 530 – 8102 h a 3 h
Fancoil (ligado a chiller)casa de máquinas do andarR$ 700 – 1.0503 h a 4 h
Self-containedcasa de máquinas, andar corporativoR$ 750 – 1.1503 h a 5 h
Unidade de tratamento de ar de grande porteshopping, hospital, auditóriosob vistoriaconforme o equipamento

Faixa geral de R$ 630 a R$ 1.150 por equipamento: referência de mercado da Limpeza Hub para as capitais atendidas, com margem de cerca de 20%. Faixas por tipo derivadas pelo porte da serpentina e do gabinete e conferidas com operadores parceiros.

R$ 630 a R$ 1.150faixa por equipamento
R$ 480 a R$ 750faixa do cassete
R$ 750 a R$ 1.150faixa do self-contained
± 20%margem de erro da faixa

O cassete custa mais que um split de parede de mesma potência porque está no forro: a equipe trabalha em escada plataforma, protege o mobiliário embaixo e desmonta grelha e bandeja de cabeça para cima. É mão de obra de altura, não só de limpeza.

O que entra no preço e o que é manutenção

A faixa cobre a troca ou a lavagem dos filtros, a limpeza da serpentina com produto próprio, da turbina ou do ventilador, da bandeja de condensado e do gabinete, o teste do dreno e o registro do serviço. Ficam fora a limpeza de dutos, a condensadora no telhado, o reparo mecânico, a carga de gás e o chiller, que é manutenção da central de água gelada.

O que costuma estar incluso na higienização de ar central e o que é serviço à parte
ItemIncluso na faixa?Quando vira acréscimo ou outro serviço
Filtros do equipamentosim (lavagem)troca por filtro novo é cobrada pelo material
Serpentina, turbina ou ventiladorsimquando há biofilme espesso e a serpentina precisa de mais de uma aplicação
Bandeja de condensado e gabinetesimbandeja com lodo endurecido ou corrosão exige raspagem e tratamento
Teste e desobstrução simples do drenosimdreno entupido ao longo da tubulação, fora do equipamento
Registro do serviço (fotos e relatório)sim—
Dutos de insuflamento e retornonãoserviço próprio, cobrado por metro linear
Condensadora, chiller, gás e reparonãoé manutenção mecânica, com orçamento separado

Composição mais comum entre as empresas parceiras. Cada empresa define o próprio escopo; por isso o orçamento precisa trazer o que está e o que não está incluso.

O registro com fotos de antes e depois parece detalhe, mas é o que o síndico ou o gestor apresenta na assembleia, na auditoria ou na fiscalização. Higienização de ar central sem relatório é serviço que, para o prédio, não aconteceu.

Horário, forro e bandeja: o que sobe o valor

Executar à noite ou no fim de semana costuma somar de 15% a 30%. Evaporadora de duto que exige abrir forro de placa acrescenta de R$ 100 a R$ 190 por equipamento. Bandeja com lodo endurecido soma de R$ 140 a R$ 250, e casa de máquinas com acesso restrito ou equipamento em altura sem plataforma é avaliada por foto e orçada à parte.

Fora do expediente

Prédio comercial quase sempre pede execução à noite ou no fim de semana, para não parar o andar. Hora extra da equipe: de 15% a 30% sobre a faixa.

Acesso pelo forro

Evaporadora de duto escondida exige retirar placas e recolocar no fim. De R$ 100 a R$ 190 por equipamento, conforme o tipo de forro.

Bandeja com lodo

Água parada por meses vira lodo e biofilme na bandeja. Raspagem e tratamento: de R$ 140 a R$ 250 por equipamento.

Acesso restrito

Casa de máquinas apertada, equipamento acima de quatro metros ou em área técnica com autorização própria. A empresa avalia por foto e orça à parte.

Exemplos de orçamento de ar central com acréscimos (faixas de referência)
SituaçãoBaseAcréscimoFaixa estimada
1 cassete em horário comercialR$ 480 – 750—R$ 480 – 750
1 cassete à noiteR$ 480 – 750+ 20%R$ 580 – 900
1 evaporadora de duto com forro de placaR$ 530 – 810+ R$ 100 – 190R$ 630 – 1.000
1 fancoil com bandeja com lodoR$ 700 – 1.050+ R$ 140 – 250R$ 840 – 1.300
1 self-contained no fim de semanaR$ 750 – 1.150+ 20%R$ 900 – 1.400

Contas feitas com o limite de baixo e o de cima de cada faixa e de cada acréscimo. Referência com margem de cerca de 20%; o valor final depende da vistoria do sistema.

O horário é o acréscimo que mais pesa e o que mais vale negociar. Em prédio com andares de uso diferente, dá para higienizar de dia o andar vazio ou em reforma e deixar só os andares ocupados para a noite — a conta muda sem mudar o serviço.

Quanto custa higienizar um andar ou um prédio inteiro

Num andar corporativo com dez cassetes de VRF, a soma pela tabela dá de R$ 4.800 a R$ 7.500. Com a programação única, que divide mobilização, proteção e relatório, o total costuma cair de 10% a 20%, para perto de R$ 4.100 a R$ 6.400. Em prédio inteiro, o desconto de volume cresce, mas a execução em etapas noturnas pode somar hora extra.

  1. Faça o inventário. Tipo de cada equipamento (cassete, duto, fancoil, self), quantidade por andar e onde fica a casa de máquinas. A manutenção do prédio costuma ter essa lista.
  2. Some pela tabela. Dez cassetes de R$ 480 a R$ 750 cada dão R$ 4.800 a R$ 7.500 sem desconto.
  3. Aplique o desconto da programação única. Com mobilização e relatório pagos uma vez, o total costuma cair para perto de R$ 4.100 a R$ 6.400.
  4. Some o horário. Se o andar só pode ser higienizado à noite, aplique o acréscimo de 15% a 30% sobre o total já com desconto.
  5. Peça o valor por equipamento. Com o preço discriminado, dá para dividir a execução em etapas ou tirar um andar sem refazer o pedido.
Técnico higienizando a serpentina de um fancoil aberto em casa de máquinas de prédio comercial
Fancoil aberto na casa de máquinas do andar: gabinete e serpentina maiores explicam por que ele fica perto do teto da faixa.

Em condomínio comercial, a programação anual costuma sair mais barata que chamar a higienização quando alguém reclama. Com datas fixas, a empresa parceira encaixa a equipe nos horários de menor uso, e o prédio deixa de pagar urgência por um serviço previsível.

Frequência e custo por ano do ar central

Em escritório comum, a higienização de cada equipamento costuma ser semestral, o que dá entre R$ 960 e R$ 1.500 por cassete por ano. Em clínica, academia ou ambiente com muita gente, a frequência sobe para trimestral e o custo anual vai para a faixa de R$ 1.900 a R$ 3.000 por cassete. Filtros, porém, precisam de inspeção mensal pela manutenção, dentro do plano do prédio.

Custo anual estimado da higienização de um cassete de ar central, por perfil de uso
Perfil do ambienteHigienizações por anoCusto anual (faixa)Custo por mês (faixa)
Escritório com uso comercial2R$ 960 – 1.500R$ 80 – 125
Loja ou varejo com porta aberta3R$ 1.450 – 2.250R$ 120 – 190
Clínica, academia, sala de aula4R$ 1.900 – 3.000R$ 160 – 250

Contas feitas com a faixa do cassete (R$ 480 a R$ 750 por higienização). Frequências conforme a rotina recomendada pelos operadores parceiros; em prédio de uso coletivo, vale a frequência definida no PMOC pelo responsável técnico.

A conta por mês ajuda a decidir entre higienização avulsa e contrato. Quando o prédio já paga um plano de manutenção (PMOC), vale conferir se a limpeza dos equipamentos está dentro dele ou se é cobrada à parte, para não pagar duas vezes a mesma rotina.

Higienização, PMOC e o que a lei exige do prédio

Edifício de uso público e coletivo com ar climatizado precisa de PMOC, o plano de manutenção previsto na Lei 13.589/2018. O plano é elaborado e assinado por responsável técnico; a higienização dos equipamentos é uma das rotinas que ele manda executar e registrar. Uma não substitui a outra.

Todos os edifícios de uso público e coletivo que possuem ambientes de ar interior climatizado artificialmente devem dispor de um Plano de Manutenção, Operação e Controle – PMOC dos respectivos sistemas de climatização, visando à eliminação ou minimização de riscos potenciais à saúde dos ocupantes.

  • O PMOC diz o que fazer, com que frequência e quem responde tecnicamente pelo sistema.
  • A higienização executa a limpeza de filtros, serpentinas, bandejas e gabinetes prevista no plano.
  • O relatório da higienização é a prova de que a rotina foi feita, e fica arquivado com o plano.

Na prática, o síndico ou o gestor precisa das duas coisas: o plano assinado e a execução registrada. Pedir a higienização com relatório de cada equipamento, identificado como no inventário do PMOC, evita que a limpeza feita não conte na hora de comprovar a manutenção.

O que exigir no orçamento de higienização de ar central

Peça o valor por equipamento com o tipo escrito, o horário de execução e o acréscimo dele, o preço de forro, bandeja e acesso restrito, o produto usado, a sequência para não parar o andar inteiro e o modelo do relatório. Número fechado para “o sistema” impede comparar empresas e cobrar o que ficou de fora.

  1. Valor por equipamento, com tipo e localização de cada um.
  2. Horário de execução e o acréscimo de noite ou fim de semana.
  3. Acréscimos com preço: forro, bandeja com lodo, acesso restrito.
  4. Produto usado na serpentina e se o ambiente pode ser ocupado logo depois.
  5. Sequência de execução, para não desligar o andar todo de uma vez.
  6. Relatório com fotos de antes e depois por equipamento.
Mão segurando tablet com relatório fotográfico de antes e depois da bandeja de um equipamento de ar central
Relatório por equipamento, com foto de antes e depois: é o documento que entra no arquivo do PMOC do prédio.

Com essa lista, dois orçamentos de valores diferentes passam a ser comparáveis. Quase sempre, a proposta mais barata deixou de fora o horário noturno, a bandeja ou o relatório — e o valor de verdade só aparece no dia da execução.

Preço nas capitais atendidas

A faixa de R$ 630 a R$ 1.150 por equipamento vale nas seis capitais atendidas. O que muda entre elas é o calendário de uso, que define quando parar o sistema, e as regras de horário de cada prédio comercial, que pesam no acréscimo noturno.

No Rio de Janeiro e em Salvador, o ar central quase não desliga, e a janela de execução costuma ser só a noite ou o domingo. Em Brasília, a estiagem enche filtros de poeira e antecipa a limpeza. Em São Paulo, Belo Horizonte e Curitiba, o período de inverno, com menos carga térmica, é o melhor momento para programar o prédio inteiro.

Serviços que costumam entrar no mesmo pedido

Quem pede a higienização de ar central quase sempre amplia o pedido para a rede de dutos e para o PMOC, que tratam o sistema inteiro. Em empresas com splits nas salas de apoio, a higienização desses aparelhos entra na mesma programação.

Equipamento higienizado com duto sujo devolve ar limpo para uma rede que espalha poeira de novo pelas grelhas. Quando o prédio nunca limpou os dutos, vale pedir a avaliação junto: o custo por metro linear é próprio, mas a mobilização da equipe é uma só.

Como pagar o preço justo pela limpeza do ar central

Comece pelo inventário: tipo e quantidade de equipamentos, onde fica cada um e em que horário o andar pode parar. Com isso, a faixa de R$ 480 a R$ 750 pelo cassete e de R$ 750 a R$ 1.150 pelo self-contained vira régua para comparar propostas, não palpite.

Depois, programe o andar ou o prédio inteiro de uma vez e exija o valor de cada equipamento por escrito, com o relatório previsto. Pagar o preço justo, aqui, é ter a prova de que cada serpentina e cada bandeja foram limpas — e não pagar por higienização quando só os filtros foram trocados.

Termos usados neste artigo

Cassete
Evaporadora embutida no forro, com grelha aparente de duas ou quatro vias, comum em escritórios, lojas e consultórios.
VRF
Sistema de vazão variável de refrigerante: uma condensadora externa alimenta várias evaporadoras internas, cada uma com controle próprio.
Fancoil
Equipamento com serpentina e ventilador que recebe água gelada de um chiller e trata o ar de um andar ou de uma zona do prédio.
Self-contained
Equipamento de grande porte que reúne compressor, serpentina e ventilador num só gabinete, instalado em casa de máquinas.
Bandeja de condensado
Recipiente sob a serpentina que recolhe a água da condensação; parada e suja, vira foco de lodo e biofilme.

Os mesmos termos aparecem nas páginas de serviço e nos orçamentos da Limpeza Hub, para o artigo e a proposta falarem a mesma língua.

Fontes consultadas

  1. Lei 13.589/2018 — PMOCArt. 1º: obrigação de Plano de Manutenção, Operação e Controle em edifícios de uso público e coletivo climatizados.
  2. Lei 8.078/1990 — Código de Defesa do ConsumidorArt. 40: obrigação de orçamento prévio discriminado.
  3. Referência de preço Limpeza HubFaixa de mercado da higienização de ar central por equipamento nas seis capitais atendidas, com margem de cerca de 20%; faixas por tipo de equipamento e acréscimos derivados pelo porte e conferidos com operadores parceiros.

Os números são referência de mercado, não tabela. O orçamento final depende da vistoria do sistema feita pela empresa parceira.

Escrito por

Equipe editorial Limpeza Hub

Conteúdo técnico sobre contratação de limpeza profissional

A equipe editorial escreve a partir das dúvidas que chegam nos pedidos de orçamento: quanto custa, o que entra, quanto tempo leva, o que pode dar errado. Cada regra é citada pela lei ou norma de origem, e cada preço vem da faixa praticada nas capitais atendidas.

Antes de publicar, o texto passa por operadores parceiros de climatização e limpezas especializadas — quem executa o serviço no dia a dia confirma etapas, prazos e cuidados.

Revisão técnica

Operadores parceiros de climatização e limpezas especializadas conferem processo e prazos.

Fonte citada

Lei, norma ou órgão público indicado pelo nome e pelo artigo.

Atualização

Preços e regras revistos quando o mercado ou a lei mudam.

Perguntas frequentes

Dúvidas sobre o preço da limpeza de ar central.

Quanto custa a limpeza de ar central?

De R$ 630 a R$ 1.150 por equipamento nas capitais atendidas, com margem de cerca de 20%. Cassete e evaporadora de VRF ficam perto do início da faixa; fancoil e self-contained, perto do teto.

Quanto custa higienizar um ar-condicionado cassete?

Entre R$ 480 e R$ 750 por equipamento. Custa mais que um split de parede porque a equipe trabalha no forro, em escada plataforma, e protege o mobiliário embaixo.

Quanto custa a limpeza de um self-contained?

Entre R$ 750 e R$ 1.150 por equipamento. Unidades de tratamento de ar maiores, como as de shopping e hospital, são orçadas depois de vistoria.

A limpeza de dutos está incluída no preço?

Não. A rede de dutos é serviço próprio, cobrado por metro linear. Pode entrar no mesmo pedido e aproveitar a mobilização da equipe, mas com preço separado.

Fazer a limpeza à noite custa mais?

Em geral, sim: de 15% a 30% sobre a faixa, pela hora extra da equipe. Higienizar de dia os andares vazios e deixar só os ocupados para a noite reduz o total.

A higienização substitui o PMOC?

Não. O PMOC é o plano elaborado e assinado por responsável técnico, exigido pela Lei 13.589/2018. A higienização é uma das rotinas do plano e precisa de relatório para ser comprovada.

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