A resposta em uma frase
A limpeza de loja custa entre R$ 290 e R$ 500 por visita em loja de até 150 m² nas capitais atendidas; com duas visitas por semana, o mês fica entre R$ 2.510 e R$ 4.330, e a partir de 14 a 16 visitas mensais o posto fixo de limpeza passa a sair mais barato que a visita avulsa.
O essencial em quatro pontos
- A unidade de preço da loja pequena é a visita: equipe que chega fora do horário de venda, faz o roteiro e vai embora.
- O valor do mês é a faixa da visita vezes a frequência semanal, multiplicada por cerca de 4,3 semanas.
- Acima de três ou quatro visitas por semana, o posto fixo (R$ 4.500 a R$ 6.900 por mês) costuma empatar ou ganhar.
- Polimento de piso, vitrine em altura, fachada e carpete são serviços periódicos, cobrados por m² e fora da visita.
A seguir: a faixa por visita e o que a empurra para cima, a conta mensal por frequência, o ponto de virada para o posto fixo, o horário da limpeza, o roteiro de uma visita, os serviços à parte e o que pedir na proposta.
Neste artigo
O cliente decide se entra na loja em poucos segundos, olhando a vitrine e o chão da porta. Marca de dedo no vidro, poeira na prateleira e provador com cabide no chão contam contra a venda antes de qualquer conversa com o vendedor.
Este artigo faz a conta da limpeza de loja com empresa parceira: quanto custa cada visita, quanto isso pesa no mês, quando trocar a visita por um posto fixo e o que deixar de fora da rotina. A comparação entre modelos de contrato do varejo e dos outros negócios está no guia de limpeza comercial e terceirizada.
Tabela de preço da limpeza de loja por visita
Uma visita de limpeza em loja de até 150 m² custa entre R$ 290 e R$ 500 nas capitais atendidas. A posição dentro da faixa depende do tipo de piso, da quantidade de vidro e espelho, do número de provadores e do horário em que a equipe pode trabalhar.
| Fator | Perto de R$ 290 | Perto de R$ 500 |
|---|---|---|
| Piso | porcelanato ou vinílico liso | pedra porosa, rejunte largo ou carpete em parte da loja |
| Vidro e espelho | vitrine pequena, poucos espelhos | vitrine em toda a frente, balcões de vidro, parede espelhada |
| Provadores | nenhum ou um | quatro ou mais, com espelho e banco |
| Expositores | araras e prateleiras simples | gôndolas cheias, nichos iluminados, muitos objetos pequenos |
| Horário | manhã antes da abertura | noite ou madrugada, por regra do shopping |
Faixa de R$ 290 a R$ 500 por visita: referência de mercado da Limpeza Hub para lojas de até 150 m² nas capitais atendidas, com margem de cerca de 20%.
Loja maior que 150 m² não segue uma regra de três simples. Depósito, copa e banheiro de funcionários pesam pouco na metragem e muito no tempo, enquanto um salão aberto com piso liso rende rápido. Por isso a empresa parceira orça acima disso pela planta e pelo roteiro, não só pelo número de metros.
O que mais encarece a visita costuma ser o vidro. Uma ótica de 60 m² com balcões de vidro em todo o salão pode dar mais trabalho do que uma loja de móveis de 140 m² com piso liso e poucos expositores.
Quanto custa por mês: a conta pela frequência
Multiplique a faixa da visita pelo número de visitas por semana e por 4,3 semanas. Com uma visita semanal, a loja de até 150 m² gasta de R$ 1.250 a R$ 2.170 por mês; com seis visitas, de R$ 7.540 a R$ 13.000, valor que já passa do posto fixo.
| Frequência | Visitas no mês | Faixa mensal | Perfil comum |
|---|---|---|---|
| 1 vez por semana | cerca de 4,3 | R$ 1.250 – 2.170 | loja de pouco movimento, com o vendedor mantendo o dia a dia |
| 2 vezes por semana | cerca de 8,7 | R$ 2.510 – 4.330 | loja de rua de bairro, ótica, papelaria |
| 3 vezes por semana | cerca de 13 | R$ 3.770 – 6.500 | moda com provador, calçados, loja de shopping |
| 6 vezes por semana | cerca de 26 | R$ 7.540 – 13.000 | minimercado, conveniência, farmácia de grande fluxo |
Conta feita com a faixa por visita de R$ 290 a R$ 500. É referência para conferir propostas; contratos de frequência alta costumam ter preço por visita menor, negociado pela empresa parceira.
A frequência certa vem do fluxo de clientes, não do tamanho da loja. Loja de rua em avenida movimentada traz areia e fuligem para dentro todos os dias; loja de shopping recebe menos sujeira de fora, mas o provador e o espelho se desgastam na mesma velocidade.
Um caminho que funciona bem em loja pequena é dividir o trabalho: a visita da empresa parceira faz a limpeza pesada duas ou três vezes por semana, e a equipe da loja cuida só do balcão e do vidro da porta nos outros dias. O cliente vê sempre a loja arrumada e o custo fica no meio da tabela.
Visita avulsa ou posto fixo: onde a conta vira
O posto fixo de limpeza custa entre R$ 4.500 e R$ 6.900 por mês, para uma pessoa em jornada de 44 horas semanais. Dividindo esse valor pela faixa da visita, o empate fica entre 14 e 16 visitas no mês, ou seja, a partir de três a quatro visitas por semana o posto começa a compensar.
| Ponto | Visita avulsa | Posto fixo |
|---|---|---|
| Preço | R$ 290 a R$ 500 por visita | R$ 4.500 a R$ 6.900 por mês |
| Presença | algumas horas, fora do expediente | jornada inteira, inclusive com a loja aberta |
| Manutenção durante a venda | não cobre | cobre provador, banheiro de cliente e piso da entrada |
| Equipe | pode variar a cada visita | a mesma pessoa, que conhece a loja |
| Faz sentido para | loja até 150 m² com uma a três visitas semanais | loja grande, alto fluxo ou funcionamento estendido |
Posto de R$ 4.500 a R$ 6.900: faixa da terceirização de limpeza da Limpeza Hub, com margem de cerca de 20%. Piso e benefícios variam pela convenção coletiva de cada estado.
O posto não é só uma visita mais barata quando a frequência sobe. Ele muda o serviço: com alguém na loja durante o expediente, a limpeza deixa de ser um evento da manhã e passa a ser manutenção contínua, o que pesa em loja que vende o dia inteiro e não pode ficar com o provador bagunçado depois das três da tarde.
Para a loja pequena que abre seis dias por semana, a visita diária quase nunca é a melhor escolha: ela custa mais que o posto e entrega menos horas. Nesse caso, vale pedir à empresa parceira as duas propostas lado a lado e comparar horas de presença, não só o valor.
Antes de abrir, depois de fechar ou com a loja aberta
Loja de rua costuma limpar de manhã, antes de levantar a porta. Loja de shopping segue a janela que a administração libera para prestadores, que pode ser cedo ou depois do fechamento. Trabalho entre 22h e 5h tem adicional noturno, e isso entra no preço da visita.
Considera-se noturno, para os efeitos deste artigo, o trabalho executado entre as 22 horas de um dia e as 5 horas do dia seguinte.
| Janela | Onde é comum | Efeito no preço |
|---|---|---|
| Manhã, antes da abertura | loja de rua, galeria, ótica, farmácia | base da faixa |
| Noite, depois do fechamento | shopping, loja que abre cedo | sobe se passar das 22h |
| Madrugada | shopping com regra rígida, conveniência 24 horas | perto do fim da faixa ou acima |
| Durante o expediente | só manutenção leve, com posto fixo | entra no valor do posto |
Em shopping, o horário e a forma de acesso da equipe são definidos pela administração do centro comercial; a empresa parceira orça já dentro dessa regra.
No shopping, pergunte à administração antes de pedir o orçamento: qual é a janela para prestadores, se a equipe precisa de cadastro prévio, por onde entra o material e onde descartar o lixo. Essas respostas mudam o horário da visita e, com ele, o preço.
Na loja de rua, a manhã tem uma vantagem prática. O piso seca antes do primeiro cliente, a calçada da porta pode ser lavada sem pedestre passando e o vendedor encontra a loja pronta ao chegar.
O que uma visita de limpeza cobre na loja
A visita de rotina segue um roteiro de cima para baixo e do fundo para a porta: pó de prateleiras e expositores, vidros e espelhos internos, provadores, balcão e caixa, banheiro e copa da equipe, lixo e, por último, o piso, terminando na entrada para a loja abrir com o chão seco.
- Expositores e prateleiras. Pó de cima para baixo, sem mexer na arrumação do produto; nichos iluminados com pano seco.
- Vidros e espelhos internos. Vitrine pelo lado de dentro, balcões de vidro, espelhos de parede e de provador sem marca de pano.
- Provadores. Banco, gancho, cortina ou porta, espelho e o piso de cada cabine, com cabides devolvidos ao lugar combinado.
- Caixa e balcão. Tampo, máquina de cartão por fora, teclado e área de embalagem, com produto que não manche o equipamento.
- Apoio. Banheiro, copa e depósito da equipe, com reposição de papel e retirada do lixo.
- Piso e entrada. Aspiração ou varrição e mop no salão, do fundo para a porta; vidro externo alcançável do chão e capacho.

O roteiro escrito é o que torna a visita conferível. Com ele colado no depósito, o gerente sabe o que olhar ao abrir a loja e consegue apontar o item esquecido no mesmo dia, sem depender da memória de quem estava no turno.
Mexer no produto não faz parte da rotina. A equipe limpa em volta da arrumação e combina com a loja como tratar vitrine montada, manequim vestido e estoque exposto, para não desmanchar a composição que o visual merchandising levou horas para fazer.
O que fica fora da visita e quanto custa à parte
A visita cuida da rotina. Polimento e cristalização de piso, vitrine e fachada em altura, letreiro, lavagem de carpete e limpeza do ar-condicionado são serviços periódicos, com equipamento próprio e preço por m² ou por aparelho, orçados separadamente pela empresa parceira.
| Serviço | Faixa de referência | Quando faz sentido |
|---|---|---|
| Polimento de piso | R$ 45 a R$ 75 por m² | porcelanato ou pedra opaca na faixa de maior circulação |
| Cristalização de pedra natural | R$ 35 a R$ 55 por m² | mármore e granito do salão, em calendário próprio |
| Limpeza de vidros em altura | R$ 14 a R$ 25 por m² de vidro | vitrine alta e pele de vidro que a visita não alcança do chão |
| Fachada em ACM | R$ 21 a R$ 40 por m² de painel | fachada de loja de rua escurecida pela fuligem |
| Lavagem de carpete | R$ 13 a R$ 23 por m² | loja com carpete no salão ou no provador |
Faixas das páginas de serviço da Limpeza Hub, com margem de cerca de 20%. Em loja, a área costuma ser pequena e algumas empresas parceiras aplicam valor mínimo por atendimento.

Separar esses serviços da visita deixa o contrato honesto. A visita é cobrada pela rotina e pela frequência; o polimento, a fachada e o carpete são cobrados pela área, com máquina, produto e às vezes equipe de altura. Numa linha só, nenhum dos dois preços fica conferível.
Quem acabou de reformar a loja está noutra conta: a primeira limpeza depois da obra tira pó fino, respingo e película, e tem preço por m². O artigo sobre quanto custa a limpeza pós-obra de loja detalha essa etapa, que vem antes da primeira visita de rotina.
Redes, franquias e o que pedir na proposta
A proposta de limpeza de loja precisa dizer frequência, horário, roteiro de cada visita, o que é rotina e o que é serviço à parte, como a loja confere o trabalho e o que acontece quando a visita falha. Em rede, o mesmo roteiro vale para todas as unidades e o preço vem aberto por loja.
- Frequência e horário: dias da semana, hora de chegada e de saída, já dentro da regra do shopping quando houver.
- Roteiro por visita: o que é feito em toda visita e o que é feito uma vez por semana ou por mês.
- Limite do escopo: o que é rotina e o que é polimento, vitrine em altura, fachada, carpete e ar-condicionado.
- Conferência: quem recebe a equipe ou como a loja registra a visita, com prazo para apontar falha.
- Falta e reposição: o que acontece se a equipe não vier, com que prazo a empresa parceira repõe a visita.
- Preço aberto por unidade: em rede ou franquia, valor por loja conforme metragem e frequência, com o mesmo roteiro.
Franqueadora costuma ter manual de padrão visual, e a limpeza faz parte dele. Entregue o manual junto com o pedido: a empresa parceira monta o roteiro em cima dele e o franqueado passa a ter um documento para mostrar na visita de auditoria da marca.
Com essas linhas por escrito, propostas diferentes ficam comparáveis item por item. Garantia, nota fiscal e reposição de visita são da empresa parceira, nas condições da proposta dela. O papel do portal é checar a parceira antes de indicá-la, repassar o pedido da loja e seguir o atendimento até o fim.
Limpeza de loja nas capitais atendidas
A faixa de R$ 290 a R$ 500 por visita vale nas seis capitais atendidas. O que muda de uma para outra é o perfil do varejo: mais loja de shopping com janela noturna em umas, mais comércio de rua com poeira e calçada em outras.
Em São Paulo, em Belo Horizonte e em Curitiba, os grandes centros comerciais concentram boa parte das lojas e a regra do shopping define o horário da visita. No Rio de Janeiro, em Salvador e em Brasília, pesa mais o comércio de rua e de galeria, onde a limpeza da manhã e o vidro da frente fazem diferença no movimento do dia.
Serviços para lojas e redes de varejo
A visita de limpeza cuida da rotina do salão, do provador e do apoio. Piso tratado, vidro em altura, fachada e a limpeza depois de uma reforma têm serviço próprio, com escopo e preço diferentes.
Loja que divide o endereço com escritório ou estoque grande pode juntar tudo no mesmo pedido. A empresa parceira separa o roteiro de cada área e mostra quanto cada uma pesa no preço, o que facilita decidir onde vale a visita e onde vale o posto.
Como chegar ao preço certo pela limpeza da loja
Comece pela frequência que o movimento da loja pede, não pelo menor número de visitas possível. Multiplique a faixa de R$ 290 a R$ 500 pelas visitas do mês e compare com o posto fixo de R$ 4.500 a R$ 6.900: passou de 14 a 16 visitas, peça as duas propostas.
Depois, confira o horário dentro da regra do shopping, o roteiro de cada visita e a separação clara entre rotina e serviço periódico. É isso que mantém a vitrine, o provador e o chão da porta prontos quando o primeiro cliente entra.
Termos usados neste artigo
- Visita de limpeza
- Atendimento com hora marcada, fora do horário de venda, em que a equipe cumpre um roteiro fechado e deixa a loja.
- Posto fixo
- Profissional alocado na loja em jornada definida, com preço mensal, que cobre também a manutenção com a loja aberta.
- Roteiro de limpeza
- Lista ordenada das tarefas de cada visita, usada pela equipe para executar e pela loja para conferir.
- Adicional noturno
- Acréscimo na remuneração do trabalho feito entre 22h e 5h, que entra no custo da visita de madrugada.
- Visual merchandising
- Arrumação da vitrine e dos expositores para atrair o cliente; a limpeza trabalha em volta dela sem desmontar.
Os mesmos termos aparecem nas páginas de serviço e nos orçamentos da Limpeza Hub, para o artigo e a proposta falarem a mesma língua.
Fontes consultadas
- Decreto-Lei 5.452/1943 — Consolidação das Leis do TrabalhoArt. 73, § 2º: definição do horário noturno do trabalho urbano, entre 22h e 5h.
- Referência de preço Limpeza HubFaixas de mercado da visita de limpeza de loja, do posto de terceirização e dos serviços periódicos de piso, vidro, fachada e carpete nas seis capitais atendidas, com margem de cerca de 20%.
- Operadores parceiros de limpeza de varejoFatores que movem o preço da visita, frequência por perfil de loja, horários em shopping e roteiro de rotina.
Os números são referência de mercado, não tabela. O valor final depende da metragem, do piso, do horário, da regra do shopping e da convenção coletiva de cada estado.
Equipe editorial Limpeza Hub
Conteúdo técnico sobre contratação de limpeza profissionalA equipe editorial escreve a partir das dúvidas que chegam nos pedidos de orçamento: quanto custa, o que entra, quanto tempo leva, o que pode dar errado. Cada regra é citada pela lei ou norma de origem, e cada preço vem da faixa praticada nas capitais atendidas.
Antes de publicar, o texto passa por operadores parceiros de limpeza de varejo e redes de lojas — quem executa o serviço no dia a dia confirma etapas, prazos e cuidados.
Operadores parceiros de limpeza de varejo e redes de lojas conferem processo e prazos.
Lei, norma ou órgão público indicado pelo nome e pelo artigo.
Preços e regras revistos quando o mercado ou a lei mudam.


