A resposta em uma frase
A limpeza de restaurante custa entre R$ 4.900 e R$ 7.500 por posto de 44 horas semanais nas capitais atendidas; um restaurante de 100 lugares que abre no almoço e no jantar costuma precisar de dois a três postos, entre R$ 9.800 e R$ 22.500 por mês, e o que pesa é a cozinha e o horário de fechamento, não o tamanho do salão.
O essencial em quatro pontos
- O preço é por posto (uma pessoa em jornada definida), um pouco acima do posto de escritório e de hotel.
- O número de postos sai da cozinha, dos turnos de serviço e do horário de fechamento, mais do que dos lugares do salão.
- Desengordurar piso, parede e filtros da coifa é rotina do posto; duto de exaustão, caixa de gordura e dedetização são serviços à parte.
- A limpeza pesada acontece depois do fechamento, e é esse turno que mais muda a conta.
A seguir: a tabela por posto, a comparação com escritório e hotel, a conta da equipe por porte, o que é rotina e o que é periódico, a escala do dia, o que entra no custo do posto e o que exigir na proposta.
Neste artigo
No restaurante, o cliente vê o salão e o banheiro, e o fiscal da vigilância vê a cozinha. A conta da limpeza precisa atender os dois, e quase sempre é a cozinha, com gordura no piso, na parede e na coifa, que define quantas pessoas são necessárias.
Este artigo faz a conta da limpeza de restaurante com empresa parceira: faixa por posto, quantos postos cada porte pede, o peso da cozinha e do fechamento, o que fica fora do posto e o que a proposta precisa trazer. Os modelos de contratação estão no guia de limpeza comercial e terceirizada.
Tabela de preço do posto de limpeza em restaurante
Posto de 44 horas semanais em restaurante custa entre R$ 4.900 e R$ 7.500 por mês nas capitais atendidas. O turno noturno de fechamento leva adicional noturno quando passa das 22h; meio período cobre lanchonete pequena; a insalubridade entra como acréscimo quando o laudo aponta.
| Posto | Jornada | Faixa por mês | Quando usar |
|---|---|---|---|
| Auxiliar de limpeza | 44 h semanais | R$ 4.900 – 7.500 | salão, banheiros e cozinha no horário de serviço |
| Turno de fechamento | 44 h semanais, à noite | faixa + adicional noturno | limpeza pesada da cozinha depois da última mesa |
| Meio período | cerca de 4 h por dia | sob orçamento | lanchonete, café ou bar pequeno |
| Encarregado de limpeza | 44 h semanais | acima do auxiliar | rede de restaurantes ou casa com quatro postos ou mais |
| Insalubridade | conforme laudo | acréscimo sobre o posto | banheiro de grande circulação e coleta de lixo |
Faixa do posto de R$ 4.900 a R$ 7.500: referência de mercado da Limpeza Hub para as capitais atendidas, com margem de cerca de 20%. Piso salarial e benefícios mudam pela convenção coletiva de cada estado.
O item mais esquecido na proposta de restaurante é o turno da noite. A cozinha só pode ser desengordurada a fundo com o fogo desligado e a produção encerrada, e isso cai depois das 22h na maior parte das casas que servem jantar.
Proposta muito abaixo da faixa costuma cortar o desengordurante profissional, a cobertura de faltas ou o próprio turno de fechamento. Em restaurante, qualquer um dos três aparece rápido: piso escorregadio, cozinha sem limpeza no dia da falta ou gordura acumulada no rodapé.
Restaurante, escritório e hotel: por que o posto do restaurante custa mais
Nas capitais atendidas, o posto de limpeza corporativa custa de R$ 4.500 a R$ 6.900; o de hotel, de R$ 4.600 a R$ 7.000; e o de restaurante, de R$ 4.900 a R$ 7.500. O restaurante fica no topo porque pede desengordurante, EPI de cozinha, turno noturno e limpeza com o cliente sentado no salão.
| Ambiente | Faixa por mês | O que pesa no posto |
|---|---|---|
| Escritório corporativo | R$ 4.500 – 6.900 | rotina previsível, prédio vazio à noite |
| Hotel | R$ 4.600 – 7.000 | áreas comuns, apoio à governança, sazonalidade |
| Restaurante e bar | R$ 4.900 – 7.500 | gordura, cozinha, turno de fechamento, salão com cliente |
Faixas das páginas de serviço da Limpeza Hub, com margem de cerca de 20%.
A diferença por posto é de algumas centenas de reais. O que mais separa o restaurante do escritório é a sujeira: poeira sai com pano e aspirador, gordura polimerizada no piso e na parede pede produto alcalino, escova, tempo de ação e enxágue.
Quantos postos de limpeza o restaurante precisa
Conte os turnos de serviço, o tamanho da cozinha, os banheiros, o horário de fechamento e os dias de funcionamento. Um restaurante de 100 lugares, cozinha de 40 m², dois banheiros e almoço e jantar de terça a domingo costuma pedir dois a três postos: de R$ 9.800 a R$ 22.500 por mês pela faixa.
| Estabelecimento | Estrutura típica | Postos | Faixa mensal |
|---|---|---|---|
| Lanchonete ou café | 40 lugares, cozinha pequena, só de dia | 1 | R$ 4.900 – 7.500 |
| Dark kitchen | cozinha de produção, sem salão, dois turnos | 1 a 2 | R$ 4.900 – 15.000 |
| Restaurante médio | 100 lugares, cozinha de 40 m², almoço e jantar | 2 a 3 | R$ 9.800 – 22.500 |
| Restaurante grande ou churrascaria | 250 lugares, cozinha central, sete dias | 4 a 6 | R$ 19.600 – 45.000 |
Faixas calculadas com a referência do posto de restaurante (R$ 4.900 a R$ 7.500). A conta real sai da visita técnica e do horário de funcionamento.
O que mais pesa é a cozinha. Uma pizzaria de 80 lugares com forno a lenha e um restaurante japonês do mesmo tamanho pedem equipes diferentes: um produz fuligem e farinha, o outro, quase nenhuma gordura. A visita técnica precisa olhar o cardápio, não só a planta.
Na dúvida entre dois e três postos, olhe a semana. Restaurante que abre sete dias precisa de folguista para cobrir as folgas da escala, e esse posto parcial costuma ser a diferença entre uma proposta que fecha a conta e outra que deixa a cozinha sem limpeza no domingo.
O que é rotina do posto e o que é serviço à parte
Rotina do posto: salão, banheiros, piso da cozinha, bancadas, parede azulejada, filtros da coifa, lixeiras e área de lixo. Serviço à parte, com empresa e preço próprios: limpeza interna do duto de exaustão, esgotamento da caixa de gordura, controle de pragas, limpeza da caixa d’água e higienização do ar-condicionado.
| Item | Frequência | Quem faz |
|---|---|---|
| Salão, mesas e cadeiras | entre turnos e no fechamento | posto de limpeza |
| Banheiros de clientes | várias vezes por turno | posto de limpeza |
| Piso, ralos e rodapé da cozinha | diária, a fundo no fechamento | posto de limpeza |
| Parede azulejada e bancadas | diária nas bancadas, semanal na parede | posto de limpeza |
| Filtros e parte externa da coifa | semanal ou conforme o volume de fritura | posto de limpeza |
| Duto de exaustão por dentro | periódica, conforme o uso | empresa especializada |
| Caixa de gordura | periódica, conforme o volume | empresa de esgotamento |
| Controle de pragas | periódico, com certificado | empresa controladora de pragas |
Divisão mais comum nos restaurantes atendidos pelas empresas parceiras. A frequência final sai da visita técnica e do volume de produção.

Essa divisão evita a briga mais comum em contrato de restaurante. O posto limpa os filtros e a parte externa da coifa; a gordura que se acumula dentro do duto é retirada por empresa com equipamento próprio, e o preço está no artigo sobre quanto custa a limpeza de dutos.
Duto sujo não é só questão de higiene: gordura acumulada na exaustão é combustível. Por isso a frequência do serviço especializado depende do volume de fritura e de chapa, e a proposta do posto deve dizer com clareza onde termina o trabalho dele.
A escala de limpeza ao longo do dia do restaurante
No restaurante, a limpeza se divide em quatro momentos: preparação antes da abertura, manutenção durante o serviço (banheiro e salão), limpeza entre o almoço e o jantar e limpeza pesada da cozinha depois do fechamento, com o fogo desligado e a produção encerrada.
- Antes da abertura. Salão, banheiros e entrada prontos, lixo recolhido e material de higiene reposto.
- Durante o serviço. Banheiros de clientes conferidos com frequência e derramamento no salão limpo na hora, sem produto de cheiro forte perto das mesas.
- Entre o almoço e o jantar. Salão varrido e com piso passado, mesas e cadeiras limpas, banheiros a fundo.
- Depois da última mesa. Cozinha desengordurada: piso, ralos, rodapé, bancadas, frente dos equipamentos e filtros conforme o cronograma.
- Fechamento da casa. Lixo levado à área de resíduos, lixeiras lavadas e registro do que foi feito no dia.
O ponto crítico é o intervalo entre almoço e jantar. Em muitas casas ele dura duas a três horas, e é a única janela de dia para limpar o salão a fundo. Se a escala não prevê alguém nesse horário, o jantar abre com o chão do almoço.
A cozinha tem outra lógica. Durante o serviço, a limpeza de bancada e utensílio é da própria brigada; a equipe de limpeza entra quando a produção para. Essa fronteira precisa estar escrita, porque é onde nascem as cobranças do chef e as do fornecedor.
Vigilância sanitária: o que a limpeza precisa deixar registrado
A vigilância sanitária cobra rotina de higienização documentada da área de manipulação de alimento, com produto regularizado e frequência definida. A empresa parceira pode deixar checklist diário, lista de produtos e registro do turno de fechamento, que ajudam o restaurante a mostrar a rotina na fiscalização.
A responsabilidade sanitária é do estabelecimento e do seu responsável técnico. A limpeza terceirizada executa e registra o que está no cronograma; os procedimentos de boas práticas da cozinha continuam sendo do restaurante.
Na prática, o que mais aparece em vistoria é ralo com resíduo, rodapé engordurado, parede atrás do fogão e área de lixo. São justamente os pontos que só ficam limpos se o turno de fechamento existir e tiver tempo suficiente.
Para a cozinha, o produto importa tanto quanto a frequência. Desengordurante alcalino no piso e na parede, sanitizante próprio para superfície de contato com alimento e enxágue onde o rótulo pede: a lista de produtos por área deve vir na proposta.
O que entra no custo do posto em restaurante
O posto em restaurante soma salário da convenção, encargos, benefícios, uniforme, EPI de cozinha (bota, avental impermeável, luva longa), desengordurante profissional, adicional noturno no fechamento, cobertura de folgas e faltas, supervisão e margem da empresa. A insalubridade entra quando o laudo técnico aponta.
A higienização de instalações sanitárias de uso público ou coletivo de grande circulação, e a respectiva coleta de lixo, por não se equiparar à limpeza em residências e escritórios, enseja o pagamento de adicional de insalubridade em grau máximo.
Laudo de insalubridade
Restaurante pequeno pode não ter banheiro de grande circulação. O laudo define o grau, e a planilha mostra o resultado.
Produto de cozinha
Desengordurante e sanitizante regularizados, listados por área, com tempo de ação e enxágue.
Folguista e cobertura
Folga, falta e férias cobertas pela empresa parceira, sem cozinha sem limpeza no fim de semana.
EPI de cozinha
Bota antiderrapante, avental impermeável e luva longa: piso com gordura é o maior risco de acidente.
A Súmula 448 fala em grande circulação, e nem todo restaurante se encaixa. Um café de 40 lugares tem outro uso de banheiro do que uma churrascaria de 250. Por isso o adicional sai do laudo, nos termos do art. 192 da CLT, e não de uma regra geral.
O que o restaurante não pode é ignorar a questão. O tomador responde de forma subsidiária pelas verbas que a prestadora não pagar, então vale pedir a planilha com o adicional visível ou o laudo que justifica a ausência dele.
O que exigir na proposta de limpeza do restaurante
A proposta precisa trazer o número de postos e o horário de cada um, quem cobre o turno de fechamento e as folgas, o cronograma por área da cozinha, a lista de produtos por superfície, a planilha do posto, o limite entre rotina e serviço especializado e o registro diário da limpeza.
- Postos e horários: quantos, em que jornada, quem faz o fechamento e quem cobre a folga.
- Cronograma da cozinha: piso, ralos, rodapé, parede, bancadas e filtros da coifa, com frequência.
- Lista de produtos: o que vai em cada superfície, tempo de ação e enxágue.
- Planilha do posto: salário da convenção, encargos, benefícios, adicional noturno, insalubridade ou laudo e margem.
- Limite do escopo: o que é do posto e o que é duto, caixa de gordura e controle de pragas.
- Registro: checklist diário do fechamento, disponível para o gerente e para a fiscalização.

Com essas linhas, as propostas ficam comparáveis item por item. Cobertura, reforço e nota fiscal são da empresa parceira, nas condições da proposta dela; o portal verifica as parceiras, encaminha o pedido e acompanha o atendimento.
Limpeza de restaurante nas capitais atendidas
A faixa de R$ 4.900 a R$ 7.500 por posto vale nas seis capitais atendidas. O que muda entre elas é a convenção coletiva, que define piso e benefícios, e o perfil da operação, de redes com várias unidades a restaurantes de bairro com uma cozinha só.
Em São Paulo, no Rio de Janeiro e em Brasília, redes de restaurantes e praças de alimentação costumam contratar um fornecedor para todas as unidades, com supervisão compartilhada. Em Belo Horizonte, Curitiba e Salvador, o restaurante de unidade única é a maior parte dos contratos, e a proposta vem ajustada ao horário de cada casa.
Serviços para restaurantes e cozinhas
A limpeza do restaurante cuida da rotina do salão, dos banheiros e da cozinha. Duto de exaustão, caixa d’água, ar-condicionado e piso que precisa de tratamento têm serviço próprio, com escopo e preço diferentes.
Para comparar propostas de várias empresas com o mesmo critério, o artigo sobre como escolher empresa de limpeza terceirizada lista os documentos e as perguntas que separam uma proposta séria de uma barata demais.
Como pagar o preço certo pela limpeza do restaurante
Comece pela cozinha, pelos turnos de serviço e pelo horário de fechamento, não pelo número de lugares. Multiplique os postos que saírem dessa conta pela faixa de R$ 4.900 a R$ 7.500 por posto: o resultado é a régua para comparar as propostas.
Depois, peça o cronograma da cozinha, a lista de produtos, a planilha com o adicional noturno e a insalubridade ou o laudo, e o limite claro entre o posto e os serviços especializados. É isso que deixa a cozinha pronta para a fiscalização e o contrato sem surpresa.
Termos usados neste artigo
- Posto de limpeza
- Uma pessoa em jornada definida, unidade de preço dos contratos de limpeza terceirizada.
- Desengorduração
- Remoção de gordura acumulada em piso, parede e equipamento com produto alcalino, tempo de ação, esfregação e enxágue.
- Turno de fechamento
- Período depois da última mesa em que a cozinha é limpa a fundo, com o fogo desligado e a produção encerrada.
- Folguista
- Profissional que cobre as folgas da escala em estabelecimento que funciona todos os dias da semana.
- Responsabilidade subsidiária
- Obrigação do contratante de pagar verbas trabalhistas que a empresa prestadora deixar de pagar.
Os mesmos termos aparecem nas páginas de serviço e nos orçamentos da Limpeza Hub, para o artigo e a proposta falarem a mesma língua.
Fontes consultadas
- TST — Súmula 448Item II: insalubridade em grau máximo na higienização de instalações sanitárias de uso coletivo de grande circulação.
- Decreto-Lei 5.452/1943 — Consolidação das Leis do TrabalhoArt. 192: adicional de insalubridade de 40%, 20% ou 10% do salário mínimo conforme o grau.
- Referência de preço Limpeza HubFaixas de mercado do posto de limpeza em restaurante, hotel e escritório corporativo nas seis capitais atendidas, com margem de cerca de 20%.
- Operadores parceiros de limpeza terceirizada em restaurantesDimensionamento por cozinha e turnos, divisão entre rotina e serviço especializado, escala do dia e turno de fechamento.
Os números são referência de mercado, não tabela. O valor final depende da cozinha, dos turnos, do laudo e da convenção coletiva de cada estado.
Equipe editorial Limpeza Hub
Conteúdo técnico sobre contratação de limpeza profissionalA equipe editorial escreve a partir das dúvidas que chegam nos pedidos de orçamento: quanto custa, o que entra, quanto tempo leva, o que pode dar errado. Cada regra é citada pela lei ou norma de origem, e cada preço vem da faixa praticada nas capitais atendidas.
Antes de publicar, o texto passa por operadores parceiros de limpeza terceirizada em restaurantes e cozinhas profissionais — quem executa o serviço no dia a dia confirma etapas, prazos e cuidados.
Operadores parceiros de limpeza terceirizada em restaurantes e cozinhas profissionais conferem processo e prazos.
Lei, norma ou órgão público indicado pelo nome e pelo artigo.
Preços e regras revistos quando o mercado ou a lei mudam.


